Sexta-feira da Paixão “Improperium”

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Significa reprovação. Na Liturgia, aplica-se às queixas de Jesus contra o seu povo, que se entoam durante a adoração da Cruz, na Sexta-Feira Santa. O rito da adoração teve a sua origem em Jerusalém, donde passou aos ritos galicano e hispânico e, a seguir, ao romano. O texto atual destas lamentações ou impropérios é do século IX.

Há dois planos misturados: a queixa de Javé contra Israel, no AT, e a de Jesus crucificado dirigida ao seu povo, no NT: «Meu povo, que te fiz eu, em que te contristei Responde-me. Eu tirei-te do Egito, submergindo o Faraó no Mar Vermelho e tu entregaste-me aos príncipes dos sacerdotes.»

O canto dos impropérios conclui com um triságio de Louvor: «Hágios o Theós» (Deus Santo). Além disso, o Missal convida a cantar, neste momento, o hino Cruz fiel e redentora. O povo crente «desagrava» assim, expressivamente, os motivos da queixa de Jesus.

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