Diante da Eucaristia “também os demônios acreditam e tremem”

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Dom Charles Pope, que guia a comunidade paroquial do Santo Consolador -São Cipriano, em Washington, Estados Unidos, narrou um aterrador, mas muito importante testemunho sobre como o demônio treme diante da presença real de Jesus Cristo na Eucaristia.
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Em um relato, publicado pela Aleteia, o sacerdote — ao apresentar a notícia de um roubo de uma hóstia consagrada ocorrida recentemente em uma cidade norte-americana de Oklahoma, que seria profanada durante uma ‘missa negra’ — recordou uma experiência vivida há quinze anos enquanto celebrava uma Missa em latim na forma extraordinária.

O fato ocorreu quando se encontrava a cargo da Paróquia de Santa Maria Antiga na capital norte-americana. Como era uma Missa solene e em latim, se encontrava diante do altar e dando as costas aos fiéis. Quando chegou o momento da consagração e pronunciou as palavras da consagração “Hoc est enim Corpus meunm” — Este é o meu Corpo — e se ajoelhou adorando a Hóstia Sagrada sentiu atrás dele uma pertubação, uns sons, gemidos e grunhidos que provinham dos primeiros bancos do templo.

“‘O que foi isso?’, me perguntei. Não pareciam sons humanos, mas grunhidos de algum animal grande, como um javali ou um urso, junto a um gemido queixoso que também não parecia humano. Elevei a hóstia e novamente me perguntei: ‘O que foi isso?’. Depois, silêncio. Ao celebrar o antigo rito da missa em latim, não podia voltar-me facilmente para olhar. Mas segui pensando: ‘O que foi isso?'”, narra Dom Pope.

Depois, quando consagrou o cálice e pronunciou as palavras: “Hic est calix sanguinis mei, novi et æterni testamenti, mysterium fidei, qui pro vobis et pro multis effundetur in remissionem peccatorum. Hoc facite in meam commemorationem” — Este é o cálice de meu sangue, sangue da nova e eterna aliança, mistério da fé, que será derramado por vós e por muitos para o perdão dos pecados. Façam isto em memória de mim —, voltou a sentir um ruído feroz: “desta vez um inegável gemido e, logo em seguida, um grito de alguém que clamava: ‘Jesus, deixa-me em paz! Por que me torturas?’ Houve de repente um ruído que parecia uma luta e alguém correu para fora, ao som de um gemido como se tratasse de alguém ferido. As portas da igreja se abriram e em seguida se fecharam. Depois, silêncio”.

Charles Pope não podia olhar para trás, mas muito bem compreendeu o que havia ocorrido: “entendi nesse mesmo instante que alguma pobre alma atormentada pelo demônio se encontrava diante de Cristo na Eucaristia e não havia conseguido suportar sua presença real, exposta diante de todos. Me recordei das palavras da Sagrada Escritura na Carta de São Tiago 2, 9: ‘Também os demônios acreditam e tremem'”.

Um fato que o levou a refletir e inclusive a realizar um ato de contrição, que hoje faz extensivo de maneira especial aos católicos: “Por que, afinal, um pobre homem atormentado pelo demônio era mais consciente da presença real de Cristo na Eucaristia e ficava mais impactado com ela que eu?”.

Para ele há algo que é uma certeza: “Quero deixar constância de que, esse dia, faz quase quinze anos, ficou muito claro para mim que eu tinha em minhas mãos ao Senhor da Glória, o Rei dos Céus e da Terra, o Justo Juiz e o Rei dos reis da terra. Jesus está presente na Eucaristia! Até os demônios acreditam!”.

Source: Aleiteia

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