Comentário do Evangelho: de Terça-feira da 14ª semana do Tempo Comum, com Pequeno Monge

Publicado em Atualizado em

Terça-feira da 14ª semana do Tempo Comum
Evangelho segundo S. Mateus 9,32-38

Proclamação do Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo † segundo São Mateus.

12Naquele tempo,  apresentaram a Jesus um mudo, possesso do demônio. 
Depois que o demônio foi expulso, o mudo falou; e a multidão, admirada, dizia: «Nunca se viu tal coisa em Israel.» 
Os fariseus, porém, diziam: «É pelo chefe dos demônios que Ele expulsa os demônios.» 
Jesus percorria as cidades e as aldeias, ensinando nas sinagogas, proclamando o Evangelho do Reino e curando todas as enfermidades e doenças. 
Contemplando a multidão, encheu-se de compaixão por ela, pois estava cansada e abatida, como ovelhas sem pastor. 
Disse, então, aos seus discípulos: «A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. 
Rogai, portanto, ao Senhor da messe para que envie trabalhadores para a sua messe.» 

Comentário do dia 
Concílio Vaticano II 
Decreto sobre a atividade missionária da Igreja, «Ad gentes», § 12

Jesus percorria as cidades e as aldeias, […] proclamando o Evangelho do Reino.

A presença dos cristãos nos agrupamentos humanos seja animada daquela caridade com que Deus nos amou, e com a qual quer que também nós nos amemos uns aos outros (1Jo 4,11). Efetivamente, a caridade cristã a todos se estende sem discriminação de raça, condição social ou religião; não espera qualquer lucro ou agradecimento. Portanto, assim como Deus nos amou com um amor gratuito, assim também os fiéis, pela sua caridade, sejam solícitos pelos homens, amando-os com o mesmo zelo com que Deus veio procurá-los. E assim como Cristo percorria todas as cidades e aldeias, curando todas as doenças e todas as enfermidades, proclamando o advento do reino de Deus, do mesmo modo a Igreja, por meio dos seus filhos, estabelece relações com os homens de qualquer condição, de modo especial com os pobres e aflitos […]. Participa nas suas alegrias e dores, conhece as suas aspirações e os problemas da sua vida e sofre com eles nas ansiedades da morte, trazendo-lhes a paz e a luz do Evangelho.

Trabalhem e colaborem os cristãos com todos os outros na recta ordenação dos problemas econômicos e sociais. Dediquem-se, com cuidado especial, à educação das crianças e da juventude. […] Tomem parte nos esforços dos povos que, lutando contra a fome, a ignorância e a doença, se afadigam por melhorar as condições da vida e por assegurar a paz no mundo. […]

A Igreja, porém, não quer, de maneira nenhuma, imiscuir-se no governo da cidade terrena. Nenhuma outra autoridade reclama para si senão a de, com a ajuda de Deus, estar ao serviço dos homens pela caridade e pelo serviço fiel.

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Uma opinião sobre “Comentário do Evangelho: de Terça-feira da 14ª semana do Tempo Comum, com Pequeno Monge

    Floriano (@fgracio1) disse:
    8 de Julho de 2014 às 11:24 am

    SE NÓS NÃO AMARMOS O QUE É NOSSO, AS NOSSAS RAIZES A NOSSA CULTURA, O NOSSO MODUS VIVENDI, LEGADO PELOS NOSSOS ANCESTRAIS, COM TANTO AMOR E CARINHO E ÀS VEZES COM O SACRIFICIO DA PRÓPRIA VIDA, QUEM O FARÁ POR NÓS? POR ISSO IMPÕE-NOS A NOSSA CONSCIENCIA QUE HONREMOS OS NOSSOS ANTEPASSADOS E QUE MELHOR FORMA DO FAZER ACHARENOS NÓS, QUE NÃO SEJA A EXPANÇÃO DO EWVANGELHO E A VIVÊNCIA DESSA MESMO EVANGELHO.

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