70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos: Direito de ter Direitos

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Imagem: capa da cartilha comemorativa do CESE – Direitos Humanos

Essa semana é marcada pelo aniversário dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela ONU. Nesse aniversário, é duro constatar que, atualmente, o que está em jogo não é mais apenas esse ou aquele direito reconhecido em 1948 e depois ignorado ou desrespeitado pela maioria dos governos. Quase nenhum Estado reconhece o direito dos migrantes e refugiados. Uma sociedade que visa apenas o lucro ignora o direito do trabalho. Atualmente, além de, na prática, ignorar todos os direitos básicos das pessoas pobres e carentes, a sociedade dominante simplesmente nega a grande parte da humanidade o direito de ter direitos. Leia o resto deste artigo »

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Tentativa de legalizar aborto é fruto da ação de fundações internacionais, diz especialista

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Na audiência da ADPF 442, o professor Hermes Rodrigues Nery fez um resgate histórico das iniciativas pró-aborto promovidas por entidades estrangeiras

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STF/Secretaria de Comunicação

Dentre as várias exposições pró-vida da audiência pública promovida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nos dias 3 e 4 de agosto, a do professor Hermes Rodrigues Nery resgatou o histórico das tentativas de legalização do aborto no mundo, denunciando as motivações dos grupos internacionais que promovem a prática. Nery também apontou o ativismo judicial como uma das estratégias para impor a agenda do aborto no Brasil, já que as pressões pró-aborto têm fracassado continuamente no Congresso Nacional. Especialista em Bioética e coordenador do Movimento Legislação e Vida, ele participou da audiência pública como representante da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família. Em entrevista ao Sempre Família, o professor teve a oportunidade de aprofundar alguns pontos expostos em sua explanação no STF. Confira: Leia o resto deste artigo »

Espiritualidade: advento, tempo litúrgico “forte” (5)

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Sim, o Papai Noel existe, tem uma origem cristã católica, mas não é aquele da Coca Cola …

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Imagem: São Nicolau. Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY-SA.

Festejamos hoje São Nicolau, cuja história real e lendária deu origem à personagem conhecida como Papai Noel (ou Santa Claus). Num mundo cada vez mais materialista e indiferente é importante recordar as origens e o testemunho da nossa Fé!

São Nicolau é também conhecido como São Nicolau de Mira ou de Bari. Venerado, amado e muito querido por todos os cristãos do Ocidente e do Oriente. Sem dúvida alguma, é um dos santos mais populares da Igreja. Ele é padroeiro de Moscou e da Rússia, da Grécia, de Lorena, na França, de Mira, na Turquia, e de Bari, na Itália, e também das crianças, das moças solteiras, dos marinheiros, dos cativos e dos lojistas. E em virtude de toda essa difusão os dados de sua vida se misturam às tradições seculares do cristianismo. Leia o resto deste artigo »

Espiritualidade: advento, tempo litúrgico “forte” (4)

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A árvore de Natal

A árvore de Natal foi criada por São Bonifácio, monge beneditino, que ficou conhecido como apóstolo dos germanos ou evangelizador da Alemanha.

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Imagem: São Bonifácio. Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY-SA.


Este Santo nasceu na Inglaterra em 672 e faleceu martirizado em 5 de junho de 754. Seu nome religioso, em latim Bonifacius, quer dizer “aquele que faz o bem” e tem o mesmo significado do seu nome saxão Wynfrith. Em 718, Bonifácio esteve em Roma e o Papa Gregório II enviou-o à Alemanha, com a missão de reorganizar a Igreja local. Por cinco anos, ele evangelizou territórios que hoje fazem parte dos estados de Hessen e da Turíngia. Em 722, foi feito Bispo e, um ano depois, criou a árvore de Natal.

Como se deu a sua criação ? Em 723, São Bonifácio derrubou um enorme carvalho dedicado ao deus Thor, perto da atual cidade de Fritzlar, na Alemanha. Para convencer o povo e os druidas, que eram os sacerdotes do lendário povo celta, de que não era uma árvore sagrada, ele a cortou. Na queda, o carvalho destruiu tudo que ali se encontrava, menos um pequeno pinheiro. Segundo a tradição, Bonifácio interpretou esse fato como sendo um milagre. Esse fato aconteceu no Tempo do Advento e, como ele pregava sobre o Natal, declarou: “Doravante, nós chamaremos esta árvore de Árvore do Menino Jesus”. A partir desse momento, teve início o costume de plantar pequenos pinheiros para celebrar o nascimento de Jesus, inicialmente na Alemanha, e depois por todo o mundo. Leia o resto deste artigo »

Advento segundo Santo Agostinho: “Temo a Cristo que passa e permanece”

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Estaríamos errados se pensássemos que Agostinho celebrava o Advento e que todos os domingos na Basílica de Hipona se acendia uma vela na grande coroa do Advento que havia sido colocada no lugar mais visível dela?

Contudo, embora Santo Agostinho não celebrasse liturgicamente a época do Advento, suas obras e seu pensamento não são estranhos à ideia teológica e espiritual do Advento de Cristo. De fato, Santo Agostinho, em consonância com o que nos lembra a atual liturgia nos primeiros dias do Advento, fala de três “Aventuras” de Cristo, de três vindas do Senhor.

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Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY-SA.

Primeiro, para Agostinho, é claro que Cristo é aquele que não só veio na história para salvar os homens, e virá no final do mesmo como um juiz, mas também vem continuamente para atender a humanidade e convidá-lo a aceitar a salvação que vem de Deus. Daí a ideia e a imagem do Cristo que “passa”, que caminha e acompanha a humanidade em sua própria história e que passa pela vida e pela história de cada homem para convidá-lo à salvação. Leia o resto deste artigo »